Família Rothschild

Visão e um espírito empreendedor e de excelência são as assinaturas de um só nome:

Rothschild.

A relação da família com o vinho começou em 1853, quando Nathan Mayer Rothschild, fundador do ramo inglês da família, comprou o Château Mouton, conhecido hoje como Mouton Rothschild. Em 1868, James, seu irmão caçula e fundador do ramo francês, comprou em leilão o Château Lafite. Ao mesmo tempo, a classificação oficial dos Grands Crus de Bordeaux tinha consagrado o Lafite como Primeiro dos Premiers Grands Crus e o Mouton como Segundo Grand Cru Classé.

Durante o século 20, os descendentes destes dois ramos investiram no setor vitícola de Bordeaux com as aquisições de diversos castelos, como Duhart-Milon, Armailhac, Rieussec, e l’Évangile. Neste período, os investimentos se diversificaram e foram direcionados para outras propriedades espalhadas nos Estados Unidos, no Chile e na Argentina. 

Em 1973, a classificação oficial de 1855 é excepcionalmente reaberta, o que permitiu a promoção do Château Mouton Rothschild para Premier Cru Classé. Foi também nesta época que Edmond de Rothschild comprou o Château Clarke.

Através de grandes conquistas e com base em sua experiência no mundo do vinho, os três ramos da família Rothschild, cuja vida de trabalho sempre foi criar produtos de excelência reconhecida, se aliaram em 2004 para garantir um trabalho bem feito e exemplificar o compartilhamento de competências, exigências e um profundo respeito de longa tradição.

Esta aliança teve uma única finalidade: produzir champagnes que estivessem no patamar dos vinhos já produzidos pela família. Nasceu assim o Champagne Barons de Rothschild, reconhecido internacionalmente graças ao seu fino acabamento, uma tradição da região e da família Rothschild.

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