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SELEÇÃO DE JUNHO - IMPÉRIAL

SELEÇÃO DE JUNHO - IMPÉRIAL
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SELEÇÃO DE JUNHO - IMPÉRIAL

Vertical de 6 safras da margem direita. 2009-2014

Na França para produzir um vinho que merece uma classificação AOP, denominação de origem protegida, o produtor precisa seguir regras estritas que foram estabelecidas em 1934. Estas regras são diversas e englobam a escolha do tipo da casta, da plantação, sua proteção, datas de colheita e as regras de vinificação e de maturação até o
engarrafamento. Todas essas regras foram estabelecidas ao longo dos anos com um único objetivo: garantir a tipicidade de cada terroir a cada safra.

Os produtores dessa AOP não podem usar várias ferramentas que são frequentemente utilizadas em países do novo mundo, como a irrigação para evitar o stress hídrico da planta, o risco de falta de maturação e falta de rendimento.

Em Bordeaux os produtores se adaptaram aos diversos tipos de solos para plantar a casta que se adapte mais. Normalmente a primeira a amadurecer é o Merlot, seguida do Cabernet Franc e enfim o Cabernet Sauvignon.

Em 2009, do final da primavera, verão até a colheita, as condições climáticas foram perfeitas, com temperaturas quentes, secas e chuvas suficientes para ajudar a videira a não sofrer demais de estresse hídrico. As noites mais frescas no fim de agosto ajudaram a preservar uma boa acidez nas uvas, garantia de um frescor interessante para equilibrar a extraordinária generosidade dessa safra.
2010 foi quase o mesmo ano que 2009, porém os episódios de chuva foram mais concentrados na primavera e em Setembro logo antes da colheita. Essas condições resultaram rendimentos menores e vinhos ainda mais concentrados.
2011 foi o que chamamos de safra precoce, por ter um inverno e primavera extremamente secos e amenos o que levou as videiras a iniciar o ciclo vegetativo com quase um mês de antecedência. Julho menos quente que os outros anos, deu um pouco de repouso as videiras antes do mês de agosto que teve temperatura recorde, portanto a pequena colheita começou com 15 até 20 dias de antecedência, e obteve um resultado surpreendente e de grande qualidade, com Merlot rico e Cabernet com taninos de grande qualidade. Depois de 2010, o tanto aclamado 2011 é talvez a safra mais interessante para comprar e guardar, certamente reservará bela surpresas.
2012 foi um ano complexo com períodos de frios e de umidade no inverno e na primavera. Chuvas intensas no verão e também em setembro, o que obrigou os produtores a escolherem bem suas datas de colheita. Nós chamamos esse tipo de safra como um ano de vinhateiro, onde a natureza não foi tão generosa, logo a experiência do vinhateiro vem influenciar bastante na qualidade final do vinho.
2013 foi um ano exaustivo para os produtores com condições climáticas dantescas o ano inteiro, o que causou condições de colheitas e em seguida de vinificação extremamente complexas para conseguir produzir vinhos de qualidade. Felizmente os meses de setembro e início de outubro, com clima chamado de "verão índiano", quente e seco, salvaram o ano inteiro, permitindo colheita de poucos bagos, mas de boa qualidade. É nesse tipo de safra que realmente se identifica a qualidade de um terroir excepcional.
2014 se anunciou como um ano precoce igual 2011, mas o verão frio e úmido inverteu a tendência. Finalmente se instalou um verão indiano nos meses de setembro e outubro com temperatura recorde e pouquíssima chuva o que resultou colheitas tardias, mas de grande qualidade, com vinhos muito bem equilibrados.

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